A HISTÓRIA DA COMUNIDADE ESTÁ LIGADA A VIDA DE UM CASAL DE MORADORES -BEM ANTIGOS - DONA NEREIDE, QUE ERA PARTEIRA E SEU ESPOSO SEU NANANI-AMBOS FALECIDOS. ELA QUE ERA MUITO DEVOTA DE SÃO COSME E SÃO DAMIÃO FOI A FUNDADORA DA CAPELINHA QUE ATÉ HOJE PERMANECE COMO SENDO O PONTO DE RELIGIOSIDADE CATÓLICA NA COMUNIDADE.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Um grande historiador e analista político RENÉ RÉMOND
Morre o historiador francês René Rémond
da France Presse, em Paris
O historiador e analista político francês René Rémond morreu na madrugada deste sábado em Paris, aos 88 anos de idade, "vítima de uma doença que o vinha acometendo há tempos", anunciou a família.
Rémond, um dos grandes nomes da História contemporânea, é autor de mais de 30 livros de história política, intelectual e religiosa da França nos séculos 19 e 20.
Sua obra mais célebre, "A direita na França de 1815 a nossos dias", reeditada várias vezes, é referência para historiadores e políticos. René Rémond divide a direita francesa em três categorias: a orleanista, a legitimista e a bonapartista.
Também é o autor do livro "Anticlericalismo na França de 1815 a nossos dias" (1976), de "A história da França religiosa" e de "Introdução à história de nosso tempo" (1974).
Testemunha do século 20, nascido em 1918, foi presidente da Fundação nacional de Ciências Oolíticas de 1981 a janeiro de 2007, tendo sido eleito à Academia francesa no dia 18 de junho de 1998 na vaga do historiador François Furet. Rémond morreu no hospital Cochin em Paris.
O presidente Jacques Chirac exprimiu sábado sua "profunda emoção" e sua "grande tristeza", saudando "um grande historiador e um grande pensador, mas principalmente um homem verdadeiramente honesto, um herdeiro das Luzes".
O historiador e analista político francês René Rémond morreu na madrugada deste sábado em Paris, aos 88 anos de idade, "vítima de uma doença que o vinha acometendo há tempos", anunciou a família.
Rémond, um dos grandes nomes da História contemporânea, é autor de mais de 30 livros de história política, intelectual e religiosa da França nos séculos 19 e 20.
Sua obra mais célebre, "A direita na França de 1815 a nossos dias", reeditada várias vezes, é referência para historiadores e políticos. René Rémond divide a direita francesa em três categorias: a orleanista, a legitimista e a bonapartista.
Também é o autor do livro "Anticlericalismo na França de 1815 a nossos dias" (1976), de "A história da França religiosa" e de "Introdução à história de nosso tempo" (1974).
Testemunha do século 20, nascido em 1918, foi presidente da Fundação nacional de Ciências Oolíticas de 1981 a janeiro de 2007, tendo sido eleito à Academia francesa no dia 18 de junho de 1998 na vaga do historiador François Furet. Rémond morreu no hospital Cochin em Paris.
O presidente Jacques Chirac exprimiu sábado sua "profunda emoção" e sua "grande tristeza", saudando "um grande historiador e um grande pensador, mas principalmente um homem verdadeiramente honesto, um herdeiro das Luzes".
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
120 Anos do falecimento do imortal escritor angrense Raul Pompéia em 25/12/2015

Raul D'Ávila Pompeia nasceu no dia 12 de abril de 1863, em Jacuecanga, município de Angra dos Reis/RJ. Filho de família abastada, cujo o pai, Antônio D'Avila Pompeia, era magistrado e a mãe, Rosa Teixeira Pompeia, era dona-de-casa, herdeira de ricos comerciantes portugueses. Raul Pompeia tinha duas irmãs,cujos nomes não constam nas biografias do autor. Em 1867, a família se mudou para o Rio de Janeiro. O pai de Pompeia é descrito como "misantropo" e "carrancudo”[2] . Segundo Rodrigo Octávio, vizinho de Raul Pompeia, a família vivia como num claustro. Aos onze anos, Pompeia é matriculado por seu pai no Colégio Abílio, importante internato inaugurado no Rio de Janeiro, pelo Dr. Abílio César Borges, o Barão de Macaúbas.
Em 1879, Pompeia foi transferido para o Imperial Colégio de D. Pedro II, e foi como estudante neste colégio que ele publica em 1880, então com 17 anos, seu primeiro romance Uma Tragédia no Amazonas – chamado pelo autor de “ensaio literário”[3] . Terminados os estudos no Colégio Pedro II, Pompeia segue para São Paulo, para cursar Direito na Faculdade do Largo São Francisco, escola onde havia estudado seu pai. A princípio é bem recebido pelos professores, mas logo depois Pompeia passa a ser mal visto por alguns catedráticos, devido ao seu envolvimento com Luís Gama, com a causa abolicionista, principalmente, e com a causa republicana. Em São Paulo, na companhia de outros estudantes, como Luís Murat, Raymundo Correia, Fontoura Xavier, Valentim Magalhães, Theofilo Dias, Pompeia participou da criação de diversas gazetas, as quais sempre tiveram vida efêmera. Também em São Paulo toma contato com a Filosofia Positivista de Augusto Comte.
Com sólida formação cultural, leitor em diversas línguas, Pompeia tinha acesso fácil ao pensamento europeu que chegava ao Brasil. De temperamento impávido, Raul Pompeia não fugia das grandes discussões e teve atrito com os republicanos paulistas, por esses não apoiarem a causa da abolição. Alguns professores da faculdade não gostavam das ideias propagadas por alguns alunos de maneira franca e sem meios termos, como as que eram defendidas por Pompeia e outros. No terceiro ano do curso, Raul Pompeia e Luiz Murat foram reprovados. A imprensa da época, da qual Pompeia fazia parte e na qual tinha muitos amigos, apoiou os estudantes, ficando contra as atitudes da faculdade. Os dois estudantes não se deram por vencidos. Pediram um reexame no mês seguinte e foram aprovados com notas mínimas. As animosidades, porém, não arrefeceram. No ano seguinte, Pompeia e nada menos que 94 estudantes são reprovados e seguem então para a conclusão do curso na Faculdade de Direito de Recife. Lá o último ano da faculdade corre sem grandes percalços. Terminado o curso, Pompeia retorna ao Rio de Janeiro, voltando a morar na casa dos pais.
Sem exercer a advocacia, Raul Pompeia passou a escrever em vários jornais, dentre os quais o “Gazeta de Notícias”, jornal pelo qual publicaria O Ateneu, uma crônica de saudades, que lhe deu consagração dentre a crítica. Além de usar o próprio nome, escrevia sob pseudônimos, como Pompeo Stell, Raulino Palma e Rapp[4] . Com a queda do Império em 1889, Pompeia foi empossado Presidente da Academia de Bellas Artes. A ditadura de então, tendo Floriano Peixoto como chefe enfrentava sérias resistências e vários amigos de Raul Pompeia eram contra esse governo. Isso fez com que Pompeia rompesse como vários amigos, pois ele apoiava Floriano Peixoto. Com a saída desse e a entrada de Prudente de Morais, e após um inflamado discurso em defesa de Peixoto, na tumba desse, Pompeia foi demitido do cargo de Diretor da Biblioteca Nacional. Devido a essas disputas políticas, Pompeia teve um sério atrito com Olavo Bilac e Luís Murat, que escreveu um artigo chamado “Um Louco no Cemitério”. Tais perturbações o levaram ao suicídio em 25 de dezembro de 1895, no escritório da casa que morava com sua mãe, que assistiu à morte. Nunca se casou e nem teve filhos. Suas últimas palavras foram deixadas em um bilhete:
“Ao jornal A Notícia, e ao Brasil, declaro que sou um homem de honra”.
Saiba mais-
https://pt.wikipedia.org/wiki/Raul_Pompeiahttp://www.vidaempoesia.com.br/raulpompeia.htmhttp://www.vidaempoesia.com.br/raulpompeia.htm
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